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Políticas, economias e ideologias

Sérgio Guerra e Gilberto Kassab, os dois presentes gregos de José Serra.

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Vocês não acham estranho que Sérgio Guerra, o atual presidente do PSDB, que foi ponta de lança de José Serra por toda a campanha, que foi aliado da candidatura de Serra contra os aecistas, tenha se transformado em um inimigo mortal dos serristas alguns meses depois da derrota e Serra? Não acham estranho quemKassab, uma prefeito biônico saído da costela de José Serra, saia de um partido mais a direita do espectro político diretamente para um partido da base, PMDB ou PSB, sem gerar nenhuma crítica de Serra?

O que faz um empolgado serrista de repente, não mais do que de repente, se transformar, por mágica, em um aecista odiado por Serra? O que faz um político que saiu da escuridão, que teve sua candidatura apoiada por Serra mesmo contra o próprio PSDB, pode de repente se dissociar de Serra sem gerar no falastrão nenhuma verborragia? Nem mesmo nos seus colonistas verborrágicos?

Se alguém que tivesse em uma coligação que perdesse avassaladoramente nas urnas espaço político, portanto, perdendo espaço no tempo de tv, o que faria ele? Mandaria um aliado seu ser parte da oposição interna (aecistas) e um outro aliado seu se infiltrar na oposição externa (governistas, PMDB e PSB)? É, realmente faria muito sentido se fizesse isso. É realmente possível imaginar que alguém como Sérgio Guerra e Gilberto Kassab, políticos sem nenhuma estatura eleitoral, possam lançar vôos livres contra ou a despeito do Stálin tucano que nunca disfarçou suas pretensões stalinistas (ou, como diz a imprensa tucana, seu caráter centralizador)?

Conhecendo o caráter do Serra, que não tem o menor dos escrúpulos, que tem influência e controle sobre todos os oligarquias midiáticas, como eles poderiam ter nesse exato momento algum minuto de paz dessa mesma mídia que ao simplies estalar dos dedos de Serra, promove todo o tipo de estultície? Como eles nesse exato momento não estariam com suas reputações completamente devassadas como faz Serra com seus desafetos? Porque ele os poupa tão brandamente apesar de tão brutal e avassaladora traição?

Pensem o que quiserem, mas depois da bolinha de papel atômica, nunca mais subestimei a patológica e convunsiva sede inesgotável e inescrupulosa de poder do tzar tucano, José Serra. Vendo de Serra, tudo é presente de grego, até mesmo um salário mínimo maior que ele nunca aplicou como governador de São Pualo, apesar de FHC ter aprovado a estadualização do salário mínimo.

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Written by ocommunard

19 de fevereiro de 2011 às 19:49

Publicado em Reflexão

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